
Sonhei que tinha entrado num corpo do qual não me era fácil sair, e que enlameava os meus pelos nos pantanos mais pútridos. Uma recompensa? Um objecto dos meus desejos: não pertencia mais à humanidade! Assim o entendia eu, sentindo uma profunda alegria. Rebuscava as boas acções que tinha feito para merecer este favor. A metamorfose como magnífica repercussão de uma felicidade perfeita e esperada há muito tempo. Por fim tinha chegado o dia em que eu me converti num porco!
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