
No fundo somos um blog de conversas de sofá, é o que nos apetece no momento. Cuidado para não entornar o copo de vinho tinto. Põe a música mais alta. Hummmmm, tiramisu...
terça-feira, setembro 25, 2007
A Forest #2

quinta-feira, agosto 30, 2007
Blue dress
quarta-feira, agosto 22, 2007
Armário #10
segunda-feira, agosto 20, 2007
Death Proof? Smack my car up!

Todos os actores são fantásticos, incluindo o próprio Tarantino – ele respira a sua própria vida neste (e nos outros) filmes.
A montagem é terrivelmente coerente. A linguagem amarga e pornográfica. O technicolour transforma-se em preto e branco como se alguém se tivesse esquecido de o revelar correctamente e de repente lá vem, a cor outra vez.
Tudo coisas más, certo? Errado, tudo muito bom!
quinta-feira, agosto 02, 2007
Creacionismo #2 - Concepção Inteligente?!

Esta questão provocou inclusivamente algumas ondas na campanha para as eleições presidenciais de 2008. Nos EUA, pois claro. Os candidatos baralharam e tornaram a dar sem explicar as suas razões. Ao fazerem isso, levantaram o tapete sobre uma questão que não apenas separa os cientistas dos evangelistas mas que também divide a opinião pública: uma sondagem recente a 1.000 adultos, 7 funcionários dos correios e 2 whitney houstons, mostrou que 53% dos Americanos acredita que os humanos evoluiram desde há milhões de anos, enquanto 66% acreditam numa criação divina nos últimos 10,000 anos. Estes resultados somam 119%, o que demostra bem a profunda ambivalência deste povo.
terça-feira, julho 17, 2007
Alguém me explique: Criação VS Evolução

A defesa da evolução concentra-se sobretudo entre os com maior grau de habilitações literária e os que raramente vão à missa ou evitam lá por os pés (abrindo apenas excepções para quatro casamentos e um funeral). 60% dos Americanos que se intitulam de Cristãos Evangélicos são a favor da substituição da evolução pelo creacionismo em toda e qualquer escola, bem como 50% dos que vão semanalmente à missa.
sexta-feira, julho 06, 2007
Ricardo II

Uma feliz linhagem de homens nesse pequeno mundo, nesse precioso rochedo plantado no mar de prata. Essa terra, esse recanto, a Inglaterra.”
Ricardo II
Sala Garrett
13 de Jun a 08 de Jul 2007
3ª a SÁB. 21H00 DOM. 16H30
terça-feira, julho 03, 2007
Blame Canada!

Bem, com os 21 meses de aviso e conhecida a informação específica de quando, onde e como ela irá dar à luz, parece-me obvio que é uma jogada brilhante e já estará a preparar um album de canções (?) acerca do pequeno estafermo; tudo com o patrocínio da Cup-o-Soup (Agora com 30% extra de Feto!). Pobre Canada, que fizesteis para merecer semelhante castigo?
terça-feira, junho 26, 2007
Obscuro (inspirado em Blanchot)
Todas as vezes, quando o mundo se esvaziava de tudo menos do sol e este movimento parava ao seu lado, envolvia no seu silêncio a imobilidade, levada por esta profunda insensibilidade, sentindo toda a calma do universo condensar-se nela através dele, não se atrevendo a fazer um movimento ou a ter um pensamento, vendo-se a arder, morrendo, os seus olhos, a sua face em chamas, a boca meio aberta libertando um último folego, tornando-se denso, mais silencioso que o silêncio. Um momento desumano e vergonhoso que começava a cada novo dia, e do qual ela não se conseguia escapar.
terça-feira, junho 12, 2007
Santos Populares? Santo Tirso!

Vamos lá aos Santos Populares, pelo menos para uma sardinha, já que aqui estamos. Tudo bem, eu já estava à espera de muita gente de muitos tipos. Mas já não me recordava de ser assim tão chunga, forrado a vomitado e copos de plástico pisados. Desculpe, quanto é que disse que custava uma sardinha? Não, era mesmo só uma e não estava a confundi-la com um cherne.
É esta a ideia de uma festa? Era suposto eu divertir-me? Não, não vou querer uma merda de sardinha ex-congelada com um copo de vinho martelado. Andei ali perdido por uma hora, enquanto as pessoas se atropelava de um lado para o outro, tipo carruagem de comboio algures na Caxemira, já com a bilis na glote. Tinha que sair dali o mais rápido possível, aproveitei o espaço aberto por uma ambulância (concerteza uma sardinha indisposta), evitei o Metro e segui a pé até uma paragem de autocarro relativamente deserta.
Enquanto adormecia, pensava que aquela não era a minha festa, mas sim da “fauna” com que me cruzava no “Feira Nova” da Belavista, algures entre a charcutaria e o corredor dos vinhos de mesa. Esta cidade tem outras dentro dela.
